livro raríssimo chega à Intellecta : Studii Sulla Storia Delle Arti


Estamos com um numero razoavel de livros raros a disposição em nossos e-shops na Ebay e no MercadoLivre. Infelizmente não temos tido tempo para comentá-los. Mas uma peça gostariamos de citar especialmente. Trata-se do muito raro, “Studii Sulla Storia Delle Arti”, Volume Primo, escrito por P T Deghazelle, antico membro della camera di commercio e del conservatorio delle arti di Lione. Prima Versione Italiana, impresso em Venezia, 1835, na Tipografia di Luigi Plet. A tipografia de Pleti publicou muitos livros em italiano não apenas no periodo dos anos 1830, mas precisamente no ano de 1835, quando parece ter havido um boom produtivo em suas oficinas, embora este exemplar seja muito mesmo raro, não se obtendo mais informações sobre o mesmo, até o momento. 355 páginas, 22,5 x 15 cm, lombada de 3,5 cm. sem gravuras, e, tratando-se do Volume Primo, fala da arte grega. Capa dura, muito bem encadernado, sem partes faltantes e com folhas devidamente atachadas a lombada. Papel antigo de trapo (leia artigo no final deste post), o que é maravilhoso, pois ainda está branquinho e não amarelece como os mais novos, acidificados. Sem riscos ou rasuras, porém com furos de inseto nas primeiras 10 folhas, no rodapé atingindo menos de 2% da mancha de texto. Para nosso clientes no Brasil sai por R$ 229,00, com frete gratuito para todo0 o território nacional

This is a very rare and scarce book, “Studii Sulla Storia Delle Arti – Quadro dei Progressi e della Decadenza della Scultura e della Pittura presso gli Antichi durante le Rivoluzioni che agitarono la Grecia e L’Italia”. By P. T. Deghazelle, “antico membro della Camera di Commercio e del Conservatorio delle Arti di Lione.

“Prima Versione Italiana”, “Volume Primo – Grecia”, printed in Venezia, at Tipographia di Luigi Plet, 1835.

It’s measures 9 x 6 x 1,5″, with 355 pages, good hardcover with spine in good status. The inside pages are in excelent status (exception the first ten pages with action by insects, but without perturbs the text. The action of insects are on 2% of the overall area of the page). The overall condition of this book is excelent, principally because your paper is the old paper maked earlyer 1850 appeareance of celulosis paper. The pages are all clean,white and without writings of any kind. No looser pages and all attached at spine. SPECIAL PRICE US$ 139,00 FREE SHIPMENT WORLDWIDE

O PAPEL DE TRAPO

O papel de trapo e as primeiras fábricas O papel fabricado com roupas velhas, cascas de árvores e fios de cânhamo, data aproximadamente do ano 100 depois de Cristo – e foi obra dos chineses. Atribui-se o seu descobrimento a Tsai-Lun, nome que deveria ser tão admirado e honrado quanto o de qualquer outro benfeitor da humanidade.O Ocidente conheceu a nova matéria por intermédio dos árabes, que, no ano de 751, aprisionaram alguns operários chineses. Teria sido montada em Samarcanda a primeira fábrica de papel. Seguiram-se a esta experiência no Turquestão, outras duas, fundadas, respectivamente, em Alepo e em Bagdá. Mas o invento levou muito tempo para chegar à Espanha, pois o mais antigo estabelecimento fabril de papel, instalado nesse país, é o de Játiva, e remonta ao ano de 1500 – data mais importante que muitas outras, comemorativas de batalhas ou de coroamentos reais. Da mesma época são as fábricas de Toledo e Valência.Realmente, na história das comunicações, o papel ocupa um lugar de destaque. Em Portugal, no reinado de D. Dinis, em fins do século XIII, apareceu o papel de trapo, ocorrendo uma simultânea difusão na Alemanha. Nuremberg, cidade hanseática, por sua situação especial – a meio caminho da Itália – tornou-se um dos maiores entrepostos mercantis do papel na Europa Central. Essa cidade era a estação preferida pelos imperadores e o centro dos estudos astronômicos e geográficos do final da Idade Média.É verdade que, antes do século XIII, a Alemanha já conhecia anteriormente o papel de trapo, importado da Itália. Esse tipo de papel, a princípio grosso, desigual, áspero e pouco flexível, foi aperfeiçoado pelos obreiros europeus, que o fizeram mais fino e mais maleável. Deu-se ao artigo, com esses melhoramentos, o nome de papel filigranado, ou “papel de marcas de água”, devido às marcas produzidas pelos fios de cobre fixados nas formas utilizadas em sua fabricação. fonte: Theresa Catharina de Góes Campos, articulista, jornalista, escritora e professora universitária, obtido aqui.

Leia também sobre a tinta ferrogalica.
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