Como arranjar emprego : limpe seu nome (final)

A série “Como Arranjar Emprego” chega hoje ao final. Espero que tenham gostado e mandem sugestões para quem sabe, uma segunda edição, revista e ampliada. Neste ultimo post vamos falar de um problema com os empregos que, ainda que passe por uma questão inconstitucional (a Constituição veta discriminação para emprego com base em endividamento pessoal) é prática que se generaliza entre os empregadores. Este post fala sobre um outro aspecto da imagempessoal: a imagem na Internet. não comentaremos a questão do envididamento pessoal citado no inicio deste post, pois o leitor inteligente já sabe o que passa pela cabeça de um empregador que tenha acesso a informação pessoal sobnre o endividamento de um potencial funcionario. Eis o post:

Para achar trabalho, limpe seu nome na rede. Além do currículo bem feito, conseguir um emprego exige dos candidatos melhorar sua imagem online. Para isso, contam com uma nova categoria de empresas destinadas a limpar e criar imagens na internet. Por 10 dólares ao mês, o ReputationDefender.com, por exemplo, realiza buscas com o nome do cliente em inúmeros sites, incluindo os de acesso restrito, e fornece um relatório sobre o que encontra. Pagando um pouco mais, por 30 dólares, a companhia elimina as referência desfavoráveis ao cliente, assegurando que todos os links relacionados a elas não apareçam durante uma busca online. Especialistas em recrutamento aconselham profissionais à procura de emprego a fazerem uma busca por seus nomes no Google, a fim de determinar se ela revelaria um post de blog defendendo a legalização da maconha ou fotos mostrando uma noitada regada a álcool com os amigos. “A Internet acrescenta uma nova dimensão ao processo de encontrar emprego. Ela ocasionalmente pode ajudar, mas também pode ser fonte de problemas”, observou Jennifer Sullivan, porta-voz do site de emprego Careerbuilder.com. Diversas pesquisas indicam que os empregadores estão usando buscas na Internet para verificar potenciais candidatos, especialmente agora que alguns dos primeiros internautas viraram patrões. Um estudo realizado entre 1.150 mil gerentes de seleção conduzido pelo Careerbuilder.com descobriu que 26 por cento deles usaram ferramentas de busca como o Google em seu processo de contratação. Além disso, 12 por cento declararam ter contado com sites de redes sociais como o Facebook para o processo.
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