landscapes or landschaften und Michael Krähmer





um escritor, não me lembro qual foi, certa vez disse que Philleas Phogg era daqueles ingleses que, em viagem, não precisava ver a paisagem, nem descia do trem nas paradas, pois tinha um serviçal para fazê-lo. nesta mesma cronica, o escritor explica que a mentalidade vitoriana de Phogg via mais maravilhas na invenção humana – retrato da época – do que na casualidade natural de uma paisagem.

estou aqui para discordar. ainda que pesquisas indiquem que a beleza que o homem vê no proprio homem venha de uma analise subconsciente de aspectos de simetria em seus rostos e corpos – o que remete aos retangulos magicos usados por DaVinci no homem vitruviano e pela mesma técnica empregada por tantos retratistas clássicos e célebres – ainda assim ao vermos uma paisagem larga somos tocados pela singeleza das informações dispersas aleatoria e assimetricamente.

a beleza está na diferenca, como também pode estar na regularidade, não o nego totalmente. um universo curvo, niemeyreano. estas imagens são do artista Michael Krähmer, sobre o qual eu ainda vou lançar um outro post comentando algumas relações entre ele, Roger Dean, e uma ilustração clássica de Moebius.
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