3 Pessoas (3)

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Neil Gaiman
fonte: wikipedia

Neil Gaiman (Portchester, 10 de novembro de 1960) é um autor de romances e quadrinhos inglês. Vive em Minneapolis, Estados Unidos da América com sua mulher, Mary McGrath, e três filhos: Holly, Michael e Maddy Gaiman.

Entre suas obras em prosa estão “Deuses Americanos” e “Belas Maldições”, a segunda em parceria com Terry Pratchett; e sua criação quadrinística mais conhecida é Sandman, que tem como personagens principais o Sandman, uma personificação antropomórfica do Sonho que também é conhecido como Morpheus, numa referência à mitologia grega e seus irmãos, Morte, Destino, Delírio, Desejo, Desespero e Destruição.

As capas da revista foram desenhadas pelo parceiro artístico e amigo de Neil Gaiman, Dave McKean (com quem trabalhou em outras histórias em quadrinhos como Violent Cases, Orquídea Negra e Mr. Punch). Em seus trabalhos cinematográficos, encontramos “Mirrormask”, seu filme ao lado de Dave McKean e a Jimmy Hensons Company, estreou em Maio de 2005 nos cinemas e “Neverwhere” mini série para televisão que escreveu, e é exibido pela BBC inglesa. Em 2007 deve entrar em cartaz a animação Beowulf, que será roteirizada por ele, além do longa de Stardust, uma de suas mais aclamadas obras, realizada ao lado de Charles Vess.

Após ter sido rejeitado muitas vezes por editores, Gaiman adotou o jornalismo como meio de fazer conexões que ele esperava o ajudassem a ser publicado mais tarde, então começou entrevistando pessoas e escrevendo crítica literária. Durante este tempo escreveu seu primeiro livro, uma biografia da banda Duran Duran, e um grande número de artigos para a Knave Magazine.Nos fim dos anos 80 escreveu Don’t Panic: The Official Hitchhikers Guide to the Galaxy Companion. Na sua opinião o livro é o que conduziu à sua colaboração com Terry Pratchett na Comic Novel Belas Maldições.

Após ter se tornado amigo do famoso roteirista Alan Moore, Gaiman começou a escrever quadrinhos. Escreveu duas histórias com seus colaborador favorito e amigo de longa data Dave McKean: Violent Cases e Signal to Noise. Mais tarde, firmou um contrato com a DC Comics que resultou na mini-série Orquídea Negra.

Escreveu uma quantidade enorme de quadrinhos para várias editoras, mas seu trabalho mais conhecido é a série Sandman, que narra as aventuras de Morpheus, a personificação do sonho. A série foi e ainda é uma sensação cultural, arrebanhando fãs ardorosos e tornando os quadrinhos respeitáveis a novos públicos. A série começou em 1988 e terminou em 1996, quando Gaiman anunciou simplesmente que a história que começou na primeira edição havia terminado seu curso natural. Todas as 75 edições da série regular foram organizadas em 10 volumes que ainda são impressos e vendem bem.

Em 1991, Gaiman publicou os Livros da Magia, uma mini-série em quatro partes que relata uma excursão às partes mágicas e mitológicas do Universo DC. Com uma história focada num adolescente inglês que descobriu que tem por destino talvez se tornar o maior mago do mundo. A mini-série foi popular e rendeu uma série regular escrita por John Ney Reiber. Muitas pessoas notaram similaridades entre Tim Hunter (protagonista da série) e o personagem criado mais tarde por J.K. Rowling Harry Potter. Ao ser interpelado sobre essa semelhança, Gaiman respondeu que um jovem como feiticeiro tem precedentes na literatura.

Gaiman escreve também canções, poemas e novelas, e escreveu a série de fantasia sombria Neverwhere para a rede de televisão BBC que adaptou mais tarde em uma novela. Escreveu também o roteiro para o filme MirrorMask com seu amigo de longa data Dave McKean. Também escreveu o script para língua inglesa do filme de anime Princesa Mononoke.

Gaiman é um membro da direção do Comic Book Legal Defense Fund (Fundo de Defesa Legal dos Quadrinhos) e regularmente participa de arrecadações de fundos para o grupo, incluindo na criação de material como a história Snow, Glass and Apples (cujo direito autoral foi entregue ao CBLDF).

Quando Gaiman escrevia o livro Deuses Americanos, seus editores criaram um site promocional que consistia de um blog no qual Gaiman descreveria o processo cotidiano de escrever (e também revisar, publicar, promover) a novela. Depois que a novela foi publicada, o Web site evoluiu em um Web site oficial mais geral sobre Neil Gaiman, e desde então ainda adiciona textos regularmente ao weblog, descrevendo o processo cotidiano de ser Neil Gaiman e de escrever qualquer que seja o projeto atual. Partes do blog foram extraídas para a publicação na coleção Adventures in the Dream Trade.

Gaiman recebeu um prêmio do Fantasy World Award em 1991 pela revista Sandman – Sonho de uma Noite de Verâo (parte do arco de histórias intitulado Dream Country), e como depois disso uma regra foi alterada, impedindo que quadrinhos concorram, ele é o único autor a receber este prêmio com um roteiro de histórias em quadrinhos. Também recebeu em 2002 o Prêmio Hugo por romance de destaque pela obra Deuses americanos, que ganhou também o Prêmio Nebula no mesmo ano. Em 2003, Coraline recebeu o prêmio de melhor novela. Em 2004, seu conto Um Estudo em Esmeralda ganhou um outro Hugo. Além disso, já ganhou 13 Prêmios Eisner por seu trabalho nos quadrinhos.

Gaiman forjou uma intensa amizade com a cantora Tori Amos , ainda antes dessa se tornar famosa. Ela já o mencionou em mais de uma música e ele escreveu os contos que acompanham seu álbum Strange Little Girl (que aparecem no encarte do cd). Houve um boato de que Gaiman baseou o personagem Morte em Tori Amos que já foi desmentido. Um outro personagem, no entanto, ele baseou na cantora – era uma árvore falante.

Gaiman é também amigo do escritor de quadrinhos e ficção científica J. Michael Straczynski, criador da série de televisão Babylon 5. Ele é também o único escritor à exceção de Straczynski que fez contribuições as três últimas temporadas da série. Na quinta temporada, ele escreveu o episódio clássico Day of the Dead.

Em 2002, Neil Gaiman entrou com um processo contra Todd McFarlane envolvendo três coadjuvantes da revista Spawn (Cogliostro, Spawn Medieval, e Ângela) e ganhou.

Em 2004 escreveu para a Marvel Comics a mini-série 1602 (que mostrava uma realidade alternativa em que os personagens principais da Marvel habitavam a época da inquisição) e assinou o contrato para mais um trabalho futuro para a editora. Em 2006 foi divulgado o seu novo trabalho para a Marvel: Uma ressurreição dos Eternos (The Eternals) personagens criados por Jack Kirby nos anos 70 e praticamente esquecidos depois do fim da série. The Eternals por Neil Gaiman (roteiro) e John Romita Jr. (desenhos) é uma mini-série em 7 edições, tendo seu início em Junho de 2006 e conclusão em Fevereiro de 2007.

Em 2005 publicou um novo romance, chamado Anansi Boys lançado em 2006 no Brasil pela Conrad Editora, com o nome de Os Filhos de Anansi.

Robert Zemeckis pretende fazer um filme de Beowulf, baseado em um script escrito por Gaiman e por Roger Avary. Em 2007, o diretor Matthew Vaughn e a escritora Jane Goldman levarão às telas sua versão da graphic novel Stardust, com Robert De Niro e Michelle Pfeiffer no elenco.

Em 2006 lançou também seu mais novo livro de contos depois de Fumaça e Espelhos (Smoke and Mirrors), chamado Fragile Things.

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Nero
fonte: wikipedia

Nero Cláudio César Augusto Germânico ou Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus (15 de Dezembro 37 – 9 de Junho 68) foi o quinto Imperador Romano entre 54 e 68. Nascido em Âncio com o nome de Lúcio Domício Enobarbo, era descendente de uma das principais famílias romanas, pelo pai Gneu Domício Enobarbo (Gnæus Domitius Ænobarbus, do latim Ahenus: de cobre, ruivo + barba) e da família imperial Júlio-Claudiana através da mãe Agripina, a Jovem, filha de Germânico e neta de César Augusto. A ascensão política de Nero começa quando Agripina incentiva o marido, o imperador Cláudio, a adotá-lo e escolhê-lo seu sucessor, após desmoralizar os partidários de Britânico, filho de Cláudio, e seduzir seu próprio filho a se casar com Otávia, filha do imperador. Quando Cláudio, sogro e padrastro de Nero, morreu em 54, provavelmente assassinado pela própria Agripina, Nero foi proclamado imperador sem oposição. Segundo a historiografia tradicional, no início foi um bom governante, sob orientação de sua mãe, do seu preceptor o filósofo Sêneca e do prefeito pretoriano Burrus. Quando começou a sofrer influência do prefeito do pretório Ofônio Tigelino, sua conduta degenerou-se. A paranóia que marcara já a personalidade dos seus antecessores Tibério e Calígula, foi se instalando em Nero. Desencadeou uma série de assassinatos, incluindo do próprio Britânico (em 55), da sua mãe Agripina (em 59, após várias tentativas) e de sua esposa (em 62). Afastou-se de Sêneca e foi acusado de ter provocado, em 64, o grande incêndio de Roma, que destruiu dois terços da cidade, na esperança de reconstruí-la com esplendor. A pretexto do desastre, Nero iniciou a primeira e intensa perseguição aos cristãos. Embora se acreditasse que Nero foi o responsável, os estudiosos atuais duvidam da veracidade da acusação. Para Massimo Fini, as calúnias contra Nero foram inventadas por Tácito, Suetônio e historiadores cristãos. Fato é que os cristãos, não sem razão, atribuem-lhe a figura de protótipo do anticristo, pois foi em seu reinado que os cristãos sofreram sua primeira grande perseguição e São Pedro, assim como São Paulo foram martirizados, o primeiro crucificado no muro central do Circo de Nero e o segundo, por ser cidadão Romano, decapitado na Via Ostiense. Os historiadores modernos tentam reabilitar sem muito êxito a figura desumana e matricida deste imperador, afirmando, entre outras inverdades, que Nero não promovia lutas de gladiadores; promovia, isto sim, competições musicais e teatrais, o que não é verdade posto que mandou concluir um circo, iniciado por Calígula, chamado de Circo de Nero, no qual, além dos referidos eventos, os cristãos eram entregues a molossos e eram promovidas lutas entre gladiadores. Além de ter ordenado a morte de sua esposa Otávia, assassinou sua segunda mulher Popéia, que estava grávida, com um chute. Como e não bastassem tais crimes, uniu-se maritalmente com o eunuco Sporus e determinou a morte da própria mãe. Mandou assassinar ou executar muitos de seus inimigos políticos, bem como sua mãe pelas críticas que esta fazia à sua amante. Mandou assassinar ou executar muitos de seus inimigos políticos, bem como sua mãe pelas críticas que esta fazia à sua amante. Nero considerava-se um artista e desejava ser tratado como tal. Ficaram famosas as suas festas e banquetes em que obrigava a corte a ouvir os seus poemas e cantigas. É também conhecida a sua entrega à libertinagem e a gabar-se de pretensos dotes artísticos e de cavalaria, instituiu os jogos chamados Juvenália e Neronis, e exibia-se nos teatros e nos circos como histrião. Dentro do grupo dos seus libertinos amigos de então, contava-se Marco Sálvio Otho, futuro imperador. Nero favoreceu cultos orientais estranhos à tradição romana e recorreu fartamente aos processos por traição para confiscar bens dos ricos e nobres como forma de compensar o tesouro dos seus excessos. Sua crueldade e irresponsabilidade provocaram o descontentamento no meio militar e a oposição da aristocracia e o início da disseminação de revoltas em 65. A sua resposta foi violenta e deu origem a nova onda de assassinatos e execuçoes da qual foram vítimas, entre outros, Sêneca e o poeta Lucano. Nero considerava-se um artista e um visionário religioso. Após uma rebelião das legiões, o Senado declarou-o inimigo público e Nero suicidou-se. Nero considerava-se um artista e um visionário religioso. Em 68, a sua situação como imperador era insustentável. Sérvio Sulpício Galba, o governador da província romana da Hispania, decidiu tomar a iniciativa e marchou contra Roma, à frente de um enorme exército. O Senado seguiu o rumo dos acontecimentos e declarou Nero nefas e persona non grata, o que na prática o tornava num inimigo público, e reconheceu Galba como novo imperador. Sem apoio de nenhum dos quadrantes de Roma, Nero foi obrigado a fugir. Perseguido pela guarda pretoriana, acabou por se suicidar. Seus funerais foram feitos pela ex-escrava Acte, a única pessoa que lhe permanecera fiel. Nero foi o último imperador da Dinastia Julio-Claudiana. A sua morte sugeriu um período de paz, mas por pouco tempo. 69 AD foi dominado pela guerra civil que ficou conhecido como o ano dos quatro imperadores. A paz e estabilidade política chegariam apenas com Vespasiano e com a Dinastia Flaviana.

3
Sir Arthur Clarcke
“Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica”

este é de minha adolescência. fui embalado aos contos e livros de Arthur Clarcke, em especial “Vento Solar”, que veio junto com mais outros contos naquelas maravilhosas publicações do Círculo do Livro, com capas duras e acabamento esmerado. nota em especial para a citação reverencial a Poe em “Maelstron” e para o conto “O Telefone”, que previa a união de supercomputadores que adquiriam vida através da massa de informações. anos depois um pouco destas idéias foi parar em “Passageiro do Futuro” e principalmente “Exterminador do Futuro” e “Matrix.

fonte Wikipedia:

O escritor de ficção científica britânico Arthur C. Clarke formulou três leis que tratam da relação entre o homem e a tecnologia, são elas:

1. Quando um cientista distinto (renomado) e experiente (de mais idade) diz que algo é possível, ele está quase certamente certo. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.
2. O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se além dele, através do impossível.
3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica.

Inicialmente, era só uma lei, conhecida como a Lei de Clarke, proposta no ensaio Hazards of Prophecy: The Failure of Imagination (Perigo da Profecia: A Falha da Imaginação), do livro Profiles of the Future: An Inquiry into the Limits of the Possible (Perfis do Futuro: Um Inquérito dentro dos Limites do Possível), de 1962. Essa primeira lei vinha acompanhada de uma definição sobre o que seria a idade avançada:

“Em física, matemática e astronáutica, significa acima dos trinta anos. Em outras disciplinas, a decadência senil é por vezes adiada até os quarenta anos. Claro que existem gloriosas exceções; mas, como qualquer pesquisador recém saído da faculdade sabe, cientistas acima dos cinqüenta só servem para reuniões de diretoria e devem ser mantidos fora do laboratório a qualquer custo.”

Existia também outra observação, só que menor. Mas a edição francesa do livro colocou tal observação como a segunda lei o que agradou Clarke, que aceitou a mudança e ainda adicionou mais uma lei (a mais famosa) alegando que se os dois “Isaacs” se contentavam com três leis, ele já não precisava mais postular nenhuma. Os “Isaacs” são Isaac Newton e Isaac Asimov (já publicado aqui). Newton, cientista inglês enunciador das Leis de Newton e Asimov, escritor russo de Ficção Científica que elaborou as Três Leis da Robótica.

Apesar disso, Clarke ainda continuou criando algumas leis mais “informais”. Como no Apêndice 2 de “The Odissey File”, descreve sua lei número 69: “Ler manuais de computador sem o hardware é tão frustrante quando ler manuais sobre sexo sem o software”.

As leis de Clarke geraram várias outras versões, paródias e corolários. O próprio Asimov criou um corolário para a primeira lei de Clarke: “Se o público leigo apóia com fervor uma idéia dita impossível pelo tal cientista distinto e de idade avançada, este último está provavelmente certo.” (“Asimov’s Corollary”, The Magazine of Fantasy and Science Fiction, Fev. 1977)

O físico e escritor de ficção científica Gregory Benford elaborou uma versão alternativa da terceira lei: “Qualquer tecnologia distinguível da magia é insuficientemente avançada.” (Foundation’s Fear, 1997)

Biografia
Arthur Charles Clarke, mais conhecido como Arthur C. Clarke (16 de dezembro de 1917), é um escritor e inventor britânico, autor de obras de divulgação científica e de ficção científica, como por exemplo os contos The Sentinel, A Estrela, A muralha das Trevas, As Canções da Terra Distante e os romances 2001: Uma Odisséia no Espaço, 2010: Uma Odisséia no Espaço 2, 2061: Uma Odisséia no Espaço 3, 3001: A Odisséia Final, Encontro com Rama, O Enigma de Rama, O Jardim de Rama, A Revelação de Rama, As Fontes do Paraíso, O Berço dos Super-Humanos, A Cidade e as Estrelas. Nasceu em Minehead, Somerset (Inglaterra), e desde pequeno mostrou sua fascinação pela astronomia, a ponto de, utilizando um telescópio caseiro, desenhar um mapa da Lua. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu na Royal Air Force (Força Aérea Real britânica) como especialista em radares, envolvendo-se no desenvolvimento de um sistema de defesa por radar, sendo uma peça importante do êxito na batalha da Inglaterra. Depois, estudou Física e Matemática no “King’s College” de Londres. Talvez sua contribuição de maior importância seja o conceito de satélite geoestacionário como futura ferramenta para desenvolver as telecomunicações. Ele propôs essa idéia em um artigo científico intitulado “Can Rocket Stations Give Worldwide Radio Coverage?”, publicado na revista Wireless World em Outubro de 1945. A órbita geoestacionária também é conhecida, desde então, como órbita Clarke. Desde 1956 vive em Colombo, no Sri Lanka (antigo Ceilão), em parte devido a seu interesse pela fotografia e exploração submarina. Teve dois de seus romances levados ao cinema, 2001: Uma Odisséia no Espaço (br/pt) dirigido por Stanley Kubrick (1968) e 2010: O ano em que faremos contato (br) 2010: O ano do contacto (pt) dirigido por Peter Hyams (1984), sendo o primeiro considerado um ícone tão importante da ficção científica mundial que especialistas lhe atribuem forte influência sobre a maioria dos filmes do gênero que lhe sucederam. Também em reconhecimento a Clarke, o asteróide 4923 foi batizado com seu nome, assim como uma espécie de dinossauro Ceratopsian, o Serendipaceratops Arthurcclarkei, descoberto em Inverloch, Austrália.

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